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25/05/2009

A sobrevivência dos animais

Os mamíferos são animais que destinam mais cuidados aos filhotes. Os recém-nascidos são amamentados desde o nascimento até que sejam prontos para procurar alimento. Com essas características, os mamíferos são  considerados animais de grande adaptação ao ambiente, porque seus filhotes têm mais chances de sobreviver.

Além disso, muitos deles vivem em bando, o que também favorece a proteção contra o ataque de predadores e inimigos naturais.

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Potro com a mãe.                                                Filhote de babuíno com a mãe.

 

Há muitas espécies de aves que protegem seus ovos no ninho. Mas nos primeiros dias de vida dos filhotes, pelo menos um dos pais se afasta para buscar alimentos.

Nesse período, os recém-nascidos correm mais riscos.        

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Filhotes de Sabiá no ninho.

Fontes(imagens): Filhotes de sabiás, Potro com a mãe, babuíno.

Júlia Silva Gonçalves

22/05/2009

Aparelho digestivo

O aparelho digestivo ou digestório ou ainda sistema digestório é o sistema que, nos humanos, é responsável por obter dos alimentos ingeridos os nutrientes necessários às diferentes funções do organismo, como crescimento, energia para reprodução,locomoção, etc... É composto por um conjunto de órgãos que têm por função a realização da digestão.
Trato gastrointestinal superior
  • Boca: onde ocorre o processo de mastigação que junto da salivação, secreção das glândulas salivares (água, muco e enzima), degradam o amido, ação da ptialina (que inicia o processo de digestão dos carboidratos presente no alimento), em maltose,e ainda faz os movimentos impulsiona tórios que ajudam a engolir a comida para entrar no esôfago.
  • Faringe: Auxilia no processo de deglutição (ato de engolir).
  • Esôfago: Canal de passagem aonde o bolo alimentar é empurrado por meio de contrações musculares (movimentos peristálticos) até o estômago.
  • Estômago: Começa o processo de mumificação, aonde atua a pepsina, enzima que transforma (quebra) as proteínas em peptídeos (cadeias menores de aminoácidos). O estômago é um órgão em formato de bolsa com o pé em torno de 2 (muito ácido). Ele pode ficar horas misturando o bolo alimentar em seu interior com a secreção gástrica (água, muco, ácido clorídrico enzimas). O bolo alimentar torna-se mais líquido e ácido passando a se chamar quimo e vai sendo, aos poucos, encaminhado para o duodeno.

Trato gastrointestinal inferior
  • Intestino delgado: São produzidas em sua parede as enzimas: peptidase (digestão de proteínas), maltase (digere a maltose), lactasse (digere a lactose) e a sacara-se (digere a sacarose). A superfície interna, ou mucosa, dessa região, apresenta, além de inúmeros dobramentos maiores, milhões de pequenas dobras, chamadas vilosidades (aumenta a superfície de absorção intestinal). As membranas das próprias células do epitélio intestinal apresentam, por sua vez, dobrinhas microscópicas denominadas micro vilosidades. O intestino delgado também absorve a água ingerida, os íons e as vitaminas. Ele se divide em duodeno, jejuno e íleo.
  • Duodeno: Dividido em quatro partes com forma de C, é no duodeno que o suco pancreático (neutraliza acidez do quimo e faz a digestão de proteínas, de carboidratos e de gorduras) e a secreção biliar (emulsificação de gorduras) agem atacando a quimo e a transformando em quilo. Possuí as glândulas de Brune que secretam muco nas paredes do intestino delgado.
  • Jejuno: Começa a absorção dos nutrientes. Faz continuação ao duodeno, recebe este nome porque sempre que é aberto se apresenta vazio.
  • Íleo: É o último segmento do intestino delgado que faz continuação ao jejuno. Recebe este nome por relação com osso ilíaco. É mais estreito e suas túnicas são mais finas e menos vascularizadas que o jejuno.
  • Intestino grosso: Dividido em 4 partes: ceco (cíclico ou cécum), cólon , apêndice e o reto. É o local de absorção de água, tanto a ingerida quanto a das secreções digestivas. Glândulas da mucosa do intestino grosso secretam muco, que lubrifica as fezes, facilitando seu trânsito e eliminação pelo ânus. Fortíssimas ondas peristálticas, denominadas ondas de massa, ocorrem eventualmente e são capazes de propelir o bolo fecal, que se solidifica cada vez mais, em direção às porções finais do tubo digestório: os cólons, sigmóide e reto.
      • Apêndice: É uma pequena extensão tubular terminada em fundo cego.
      • Ceco: É a porção inicial do intestino grosso segmento de maior calibre, que se comunica com o íleo. Para impedir o refluxo do material proveniente do intestino delgado, existe uma válvula localizada na junção do íleo com o ceco - válvula ileocecal. No fundo do ceco encontramos uma ponta chamada apêndice ciclóide ou vermicular.
      • Cólon: É a região intermediária, um segmento que se prolonga do ceco até o ânus.
      • Reto: É a parte final do tubo digestivo e termina-se no canal anal. Ele possui geralmente 3 pregas em seu interior e é uma região bem vascularizada. Pode ser avaliado através do toque retal, retos copia ou retosigmoideoscopia. É no canal anal que ocorrem as hemorróidas que nada mais são que varizes nas veias retais inferiores.
  • Ânus: Controla a saída das fezes, localizado na extremidade do intestino grosso

  • Glândulas acessórias
  • Ao tubo digestivo estão associadas glândulas que produzem sucos digestivos ricos em enzimas e outras substâncias que ajudam a dissolver os alimentos. O fígado intervém, ainda que não produza qualquer suco digestivo mas, sim, a bílis que funciona como emulsificante (ajuda a quebrar a gordura em gotas de pequena dimensão, de forma a facilitar a absorção, ou seja, a digestão). As glândulas/órgãos/estruturas anexas são :
  • Glândulas salivares
  • Glândulas pubianas (na pele do púbis)
  • Glândulas gástricas (na parede interna do estômago)
  • Glândulas intestinais (na parede interna do intestino delgado)
  • Pâncreas
  • Fígado

Fonte: Wikipédia

04/05/2009

Sistema Respiratório

Consulte também: Nanotecnologia

Sistema respiratório: 

É o conjunto de órgãos responsáveis pela entrada, filtração, aquecimento, umidificação e saída de ar do nosso organismo. Faz as trocas gasosas do organismo com o meio ambiente, oxigenando o sangue e possibilitando que ele possa suprir a demanda de oxigênio do indivíduo para que seja realizada a respiração celular. O processo de troca gasosa no pulmão — oxigênio por dióxido de carbono — é conhecido como hematose pulmonar.

Os órgãos do sistema respiratório, além de dois pulmões, são: fossas nasais, boca, faringe (nasofaringe), laringe, traquéia,brônquios (e suas subdivisões), bronquíolos (e suas subdivisões), diafragma e os alvéolos pulmonares reunidos em sacos alveolares.

Em condições normais de respiração, o ar passa pelas fossas nasais onde é filtrado por pêlos e muco e aquecido pelos capilares sanguíneos do epitélio respiratório (tecido altamente vascularizado). Passa então pela faringe, laringe, traquéia, brônquios, bronquíolos (lat. pequenos brônquios), depois alvéolos (onde ocorre a hematose).

A função do sistema respiratório é basicamente garantir as trocas gasosas com o meio (hematose), mas também ajuda a regular a temperatura corpórea, o pH do sangue e liberar água. Os componentes são nasofaringe, laringe, traquéia e os pulmões.

A inspiração e a expiração são processos passivos do pulmão já que ele não se movimenta, isso fica a cargo do diafragma, dos músculos intercostais e da expansibilidade da caixa torácica, que garante a conseqüente expansão do pulmão graças à coesão entre pleura parietal (fixa na caixa torácica) e a pleura visceral (fixa no pulmão).

O ar inspirado(ou seja, o que entra), rico em oxigênio, passa pelas vias respiratórias, sendo filtrado, umedecido, aquecido e levado aos pulmões. No íntimo pulmonar o oxigênio do ar inspirado entra na circulação sanguínea e o dióxido de carbono do sangue venoso é liberado nos alvéolos para que seja eliminado com o ar expirado. O ar expirado é pobre em oxigênio, rico em dióxido de carbono e segue caminho oposto pelo trato respiratório(gás carbônico).

A respiração é um processo "semi-automático", que permite a intervenção do sistema nervoso central, mas normalmente é controlada pelo bulbo (que controla a amplitude e freqüência da respiração), o diafragma é controlado pelo nervo frênico. O bulbo é sensível às variações de pH do sangue. Ao faltar oxigênio na corrente sanguínea, ocorre um aumento da concentração do íon bicarbonato ( HCO3− , forma na qual ocorre a maior parte do transporte de CO2 no sangue) de caráter ácido, acarretando uma redução do pH e a conseqüente resposta do bulbo a esta variação, que consiste em aumentar a freqüência respiratória.

Vias respiratórias:

São assim denominadas as estruturas responsáveis pelo transporte do ar aos pulmões no organismo humano. Essas estruturas são anatomicamente separadas em:

  • Fossas nasais (nasofaringe)
  • Faringe
  • Laringe
  • Traquéia
  • Brônquios, subdivididos em:
    • Brônquios principais
    • Brônquios lombares
    • Brônquios segmentares
  • Bronquíolos (respiratórios e terminais)
  • Alvéolos

O epitélio respiratório (pseudoestratificado, ciliado, não-queratinizado) é a mucosa que reveste boa parte do trato respiratório, estendendo-se das fossas nasais até os brônquios. Esse epitélio é responsável pela filtração, aquecimento, e umidificação do ar inspirado. A filtração é possível graças à presença de muco secretado pelas células caliciformes e dos cílios que orientam seus batimentos em direção à faringe, impedindo a entrada de partículas estranhas no pulmão; enquanto o aquecimento é garantido pela rica vascularização do tecido, principalmente nas fossas nasais.

A laringe tem importante função ao impedir a entrada de alimento nas vias aéreas inferiores e garantir a fonação. Ela é formada por nove peças de cartilagem: a cartilagem tireóide, localizada anteriormente e em forma de duas placas formando um diedro, esta é a cartilagem da laringe que forma a proeminência laríngea ou pomo-de-adão; inferiormente instala-se a cartilagem crinóide, que possui um formato de anel e conecta-se com a extremidade superior da traquéia; posteriores à cartilagem tireóide está o par de cartilagens carotenóides, que são presas à região supero-posterior da cartilagem crinóide; fixas sobre cada cartilagem carotenóide encontra-se uma cartilagem corniculada; anteriores às cartilagens carotenóides e posteriores à cartilagem tireóide encontram-se as duas cartilagens cuneiformes; e por cima da estrutura da laringe se encontra a cartilagem epiglótica, mobilizável pelos músculos da laringe para fechar a epiglote durante a deglutição. Todas essas cartilagens são unidas por tecido fibroso e músculos. As pregas vocais (cordas vocais) são duas pregas músculo-membranosas presentes na parede posterior da cartilagem tireóide, que aumentam ou reduzem a luz da rima da glote (abertura entre as pregas vocais) produzindo sons durante a passagem de ar.

A traquéia é formada por anéis incompletos de cartilagem em forma de "C", feixes musculares lisos, uma capa interna de epitélio respiratório, e mais externamente de tecido conjuntivo que envolve todas essas estruturas. Inferiormente se subdivide e da origem a dois brônquios que penetram no pulmão pelo hilo do pulmão.

Os brônquios, à medida que penetram no pulmão, vão sofrendo sucessivas ramificações até virarem bronquíolos terminais.

Júlia Silva Gonçalves

24/04/2009

Sistema circulatório

Funções:

É responsável por conduzir elementos essenciais para todos os tecidos do corpo: oxigênio para as células, hormônios (que são liberados pelas glândulas endócrinas) para os tecidos, condução de dióxido de carbono para sua eliminação nos pulmões, coleta de excreções metabólicas e celulares, entrega de excreções nos órgãos excretores, como os rins, transporte de hormônios, tem importante papel no sistema imunológico na defesa contra infecções, termo-regulação: calor, vasodilatação periférica; frio, vasoconstrição periférica. Transporte de nutrientes desde os locais de absorção até às células dos diferentes órgãos.

Tipos de sistemas circulatório:

Ausência de sistema circulatório

Certos animais como a planária (classe Turbelária, filo Plathelminthes) não apresentam sistema circulatório. Os nutrientes, gases e excretas são transportados por difusão, célula a célula. É eficiente apenas para animais de dimensões reduzidas, com elevada relação S/V (Superfície/Volume). Isso é comum em poríferos, cnidários, platelmintos e nematelmintos.

Sistema circulatório aberto (ou lacunar)

O sistema circulatório dos artrópodes e maioria dos moluscos é aberto.

Este tipo de sistema circulatório não apresenta capilares nem veias; um ou mais corações, com 2 a 3 câmaras (aurículas e ventrículos), bombeiam o sangue (semolina é um nome mais apropriado para esse caso, devido ao fato de que não há pigmento na semolina) por um vaso dorsal. O sangue então dirige-se a cavidades chamadas seios ou lacunas na massa visceral ou manto, e volta quando o coração relaxa, através de orifícios chamados ostíolos. É chamado sistema circulatório aberto, porque nem todo o trajeto do sangue é percorrido dentro de vasos.

Sistema circulatório completo

Um sistema circulatório diz-se completo quando o sangue venoso separa-se completamente do sangue arterial.

Sistema circulatório fechado

Um sistema circulatório diz-se fechado quando as células do sangue estão sempre dentro de vasos sangüíneos. Este sistema é composto por um líquido, que leva nutrientes às células e elimina seus resíduos. O líquido, bombeado pelo coração, pode ser incolor, chamado de semolina (presente nos insetos) ou plasma (chamado sangue).

Nos seres humanos o sangue está em circuito fechado formado pelo coração, artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias.

Sistema circulatório fechado completo

O sistema circulatório é fechado em todos os seres do subfilo dos vertebrados (dividido em sete classes, três classes de peixes, e as outras de anfíbios, répteis, aves e mamíferos), exceto nos ciclostomados  (peixe-bruxa e lampreia) além dos anelídeos e cefalópodes, na qual o sangue nunca sai da rede de vasos sanguíneos composta por veias, artérias e capilares.

Os sistemas das várias classes de vertebrados mostram vários estágios evolutivos, sendo que o do peixe é o menos evoluído, e o dos mamíferos e aves são os mais evoluídos.

No peixe, o sistema circulatório é simples; o sangue sai do coração, circula pelas brânquias (onde o sangue é oxigenado), pelos capilares do corpo, voltando para o coração no final do ciclo. Portanto, o coração do peixe é uma única bomba (composta de duas câmaras).

Nos anfíbios e répteis, há sistema circulatório duplo; o que quer dizer que há dois ciclos pelo qual o sangue passa, um no qual o sangue é oxigenado e outro no qual ele é distribuído pelo corpo. No entanto, nem sempre o coração é totalmente separado em duas bombas. Os anfíbios possuem um coração com três câmaras.

Nas aves e mamíferos (que também apresentam sistema fechado duplo), o coração é claramente separado em duas bombas e é formado por quatro câmaras.

Sistema circulatório nos humanos

O sistema circulatório humano é composto pelo sangue, condutores (veias e artérias) e coração. O coração é o órgão que bombeia o sangue.

O sistema vascular é composto pelos vasos sanguíneos: artérias, veias e capilares. As artérias são os vasos pelos quais o sangue sai do coração. Como a pressão do sangue no lado arterial é maior, comparando com as veias, resultando ser a parede das artérias mais espessa. As veias são os vasos que trazem o sangue para o coração; dentro delas há válvulas que, caso o sangue comece a fluir na direção contrária do coração, fecham-se impedindo o refluxo do sangue. Os capilares são vasos microscópicos, com parede de apenas uma célula de espessura e que são responsáveis pelas trocas de gases e nutrientes entre o sangue e o meio interno.

O sangue segue um caminho contínuo, passando duas vezes pelo coração antes de fazer um ciclo completo. Pode-se dividir, desta maneira, o sistema circulatório em dois segmentos: a circulação pulmonar e a circulação sistêmica.

Circulação pulmonar

A circulação pulmonar ou pequena circulação inicia-se no tronco da artéria pulmonar, seguindo pelos ramos das artérias pulmonares, arteríolas pulmonares, capilares pulmonares, vênulas pulmonares, veias pulmonares e deságua no átrio esquerdo do coração. Na sua primeira porção, transporta sangue venoso. Nos capilares pulmonares o sangue é saturado em oxigênio, transformando-se em sangue arterial. Esta inicia-se no ventrículo direito e encerra no átrio esquerdo.

Circulação sistêmica
A circulação sistêmica ou grande circulação inicia-se na aorta, seguindo pelos seus ramos arteriais e na seqüência pelas arteríolas sistêmicas, capilares sistêmicos, vênulas sistêmicas e veias sistêmicas, estas se unindo em dois grandes troncos, a veia cava inferior e a veia cava superior. Ambas deságuam no átrio direito do coração. Sua primeira porção transporta sangue arterial. Nos capilares sistêmicos o sangue perde oxigênio para os tecidos e aumenta seu teor de gás carbônico, passando a ser sangue venoso.

Outras definições
  • Circulação visceral - É a parte da circulação sistêmica que supre os órgãos do sistema digestivo.
  • Circulação portal hepática - O sangue venoso dos capilares do trato intestinal drena na veia portal, que invés de levar o sangue de volta ao coração, leva-o ao fígado. Isso permite que este órgão receba nutrientes que foram extraídos da comida pelo intestino. O fígado também neutraliza algumas toxinas recolhidas no intestino. O sangue segue do fígado às veias hepáticas e então para a veia cava inferior, e daí ao lado direito do coração, entrando no átrio direito e voltando para o início do ciclo, no ventrículo direito.
  • Circulação fetal - O sistema circulatório do feto é diferente, já que o feto não usa pulmão, mas obtém nutrientes e oxigênio pelo cordão umbilical. Após o nascimento, o sistema circulatório fetal passa por diversas mudanças anatômicas, incluindo fechamento do duto arterioso e forâmen ovale.
  • Circulação coronária - É o conjunto das artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias próprios do coração. São considerados separadamente por sua importância médica e porque sua fisiologia (modo de funcionamento) apresenta aspectos particulares.

 

03/04/2009

A Fecundação

Óvulo: célula reprodutiva feminina:

O óvulo é uma célula grande e imóvel produzida pelos ovários. Os óvulos se formam enquanto a menina ainda está na barriga da mãe.

Na puberdade, os ovários começam a liberar os óvulos. Normalmente um óvulo é liberado a cada 28 dias, aproximadamente. A liberação do óvulo pelo ovário chama-se ovulação.

O óvulo sai do ovário, percorre a tuba uterina e chega até o útero. Durante esse percurso, o óvulo pode ser fecundado.

A menstruação é a eliminação do óvulo que não foi fecundado, com uma pequena quantidade de sangue. Como a ovulação ocorre aproximadamente uma vez por mês, a menstruação também costuma ocorrer uma vez por mês.

 

Espermatozóide: célula reprodutiva masculina:

Os espermatozóides são células pequenas e móveis produzidas em grande quantidade nos testículos. O homem é capaz de produzir espermatozóides durante toda a vida, a partir a puberdade.

Os espermatozóides saem dos testículos, percorrem os ductos deferentes e se misturam com outras substâncias produzidas pelo sistema genital masculino para formar o sêmen ou esperma. O sêmen chega à uretra e é eliminado do corpo pelo pênis – processo chamado de ejaculação.  

Fecundação: geração de um novo ser:

A reprodução ocorre a partir da relação sexual e garante a continuidade da vida. A relação sexual é um contado íntimo entre um homem e uma mulher, no qual os espermatozóides são depositados pelo pênis dentro da vagina. 

Para que um bebê se desenvolva, o espermatozóide precisa penetrar no óvulo – processo chamado de fecundação.

Na maioria das vezes, apenas um espermatozóides consegue penetrar no óvulo.

A união do óvulo com o espermatozóide ocorre, geralmente, nas tubas uterinas. Em seguida, o óvulo fecundado chega no útero, onde se fixa. Aos poucos, esse óvulo fecundado se desenvolve e cresce, formando o futuro bebê. Se a fecundação ocorre, deixa de haver a menstruação.

 

Júlia Silva Gonçalves